
Pacientes com hipotrofia mamária (mamas pequenas) ou que, após a fase de amamentação, tiveram redução da mama, sem queda.
Pode ser realizada com anestesia local, sedação e, eventualmente, com anestesia geral.
As próteses são colocadas pelo sulco mamário (inframamária), por
incisão semicular na borda da aréola (periareolar) ou através da prega
axilar, ficando embaixo da glândula ou do músculo. Variam de forma
(redonda, de gota ou cônica), conteúdo (silicone ou soro fisiológico) e
de superfície (lisa ou texturizada). Normalmente a alta hospitalar
ocorre no mesmo dia.
Raramente podem ocorrer contratura da cápsula formada ao redor da
prótese e problemas anestésicos, além de hematoma, extrusão (rejeição)
da prótese e infecção.
A inclusão da prótese de silicone não aumenta o risco de câncer de
mama, não promove o desenvolvimento de doenças autoimunes nem influencia
no diagnóstico precoce de doenças mamárias.
São percebidos já no pós-operatório e definidos em até 6 meses após a cirurgia.