
São aplicações locais que se utilizam de diversos tipos de ácidos, conforme o objetivo e a profundidade que se deseja atingir.
Quando superficiais, são indicados para melhorar a textura da pele, clarear manchas e atenuar linhas finas.
Já os peelings médios renovam a camada superficial da pele, sendo
eficaz no clareamento de manchas e alterações de superfície cutânea,
como rugas, algumas cicatrizes de acne e ceratoses.
O peeling profundo é o mais agressivo: provoca a formação de muitas
crostas, exige curativos no pós-tratamento e a recuperação pode durar
até um mês. Por outro lado, há uma renovação importante da pele e
diminuição até mesmo de rugas profundas ao redor da boca e dos olhos.
Vale destacar que o uso do laser na dermatologia trouxe uma nova forma de peeling: o Resurfacing.